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Atividade

01/09/2017

Setembro Amarelo “Falar é a melhor opção”


Setembro Amarelo “Falar é a melhor opção”

O Serviço de Psicologia do Colégio Paulo VI, realiza durante
este mês o: “SETEMBRO AMARELO: FALAR É A MELHOR SOLUÇÃO”. Uma
ação que visa sensibilizar, orientar e prevenir os educandos do Fundamental II e Ensino
Médio, mostrando a eles dados estatísticos, formas de como intervir e ajudar pessoas que
passam por esse momento de vulnerabilidade, com ideações suicidas, depressão, e também,
deixá-los esclarecidos sobre alguns tabus e mitos que existem por conta da falta de informações
sobre o tema.

 

 

HISTÓRIA
Iniciado no Brasil pelo CVV (Centro de Valorização da Vida), CFM (Conselho Federal
de Medicina)e ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), o Setembro Amarelo
realizou as primeiras atividades em 2014 concentradas em Brasília. Em 2015 já
conseguiu uma maior exposição com ações em todas as regiões do país. Mundialmente,
o IASP – Associação Internacional para Prevenção do Suicídio estimula a divulgação da
causa, vinculado ao dia 10 do mesmo mês no qual se comemora o Dia Mundial de
Prevenção do Suicídio.
O CVV – Centro de Valorização da Vida (uma das principais mobilizadoras do
Setembro Amarelo) é uma entidade sem fins lucrativos que atua gratuitamente na
prevenção do suicídio desde 1962. Atende pelo número 141

O SUICÍDIO
Um problema de saúde pública que vive atualmente a situação do tabu e do aumento de
suas vítimas é o suicídio. Pelos números oficiais, são 32 brasileiros mortos por dia, taxa
superior às vítimas da AIDS e da maioria dos tipos de câncer. Tem sido um mal
silencioso, pois as pessoas fogem do assunto e, por medo ou desconhecimento, não
veem os sinais de que uma pessoa próxima está com ideias suicidas. A esperança é o
fato de que, segundo a Organização Mundial da Saúde, 9 em cada 10 casos poderiam
ser prevenidos. É necessário a pessoa buscar ajuda e atenção de quem está à sua volta.
Mas como buscar ajuda se sequer a pessoa sabe que ela pode ser ajudada e que o que ela
passa naquele momento é mais comum do que se divulga? Ao mesmo tempo, como é
possível oferecer ajuda a um amigo ou parente se também não sabemos identificar os
sinais e muito menos temos familiaridade com a abordagem mais adequada?

Saiba mais:
http://www.cvv.org.br/

Contato


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